Foragido de 24 anos morre em confronto armado com o Batalhão de Choque no Bairro Tiradentes

0

Um homem identificado como José Vinicius Alvila Cardoso, de 24 anos, morreu após trocar tiros com equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar na noite desta segunda-feira. O confronto aconteceu na Avenida Ministro João Arinos, localizada no Bairro Tiradentes, em Campo Grande. O suspeito possuía uma extensa ficha criminal e estava evadido do sistema prisional.

De acordo com o relatório oficial da corporação, os militares realizavam um patrulhamento tático na região quando receberam a informação de que um indivíduo armado circulava pelas redondezas. Durante as buscas, a equipe localizou o suspeito caminhando pela avenida. Ao perceber a aproximação da viatura policial, o jovem desobedeceu à ordem expressa de parada, sacou um revólver e apontou a arma diretamente na direção dos policiais.

Diante da ameaça iminente, os militares efetuaram disparos de arma de fogo para conter a agressão. O próprio Batalhão de Choque prestou o socorro imediato, encaminhando o homem para a Unidade de Pronto Atendimento do Bairro Tiradentes. Apesar dos esforços da equipe médica de plantão, José Vinicius não resistiu aos ferimentos e faleceu pouco tempo após dar entrada na unidade de saúde.

Durante o procedimento no local do confronto, os policiais apreenderam um revólver calibre 22 da marca Custer, que estava carregado com dez munições intactas. Todo o material foi recolhido e encaminhado para a análise da perícia técnica. Ao checarem os dados do indivíduo no sistema de segurança pública, os agentes constataram que ele era considerado foragido da Justiça.

O levantamento policial apontou que o jovem acumulava um histórico criminal extenso, que teve início ainda durante a sua adolescência. Entre os antecedentes criminais de José Vinicius constavam atos infracionais por furto e tráfico de entorpecentes, além de sete registros por roubo majorado com emprego de arma de fogo, crimes de porte e posse ilegal de arma de fogo e diversas ocorrências de furtos qualificados.

O caso foi formalmente registrado como desobediência, resistência, porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, tentativa de homicídio contra os agentes e homicídio decorrente de oposição à intervenção de agente do Estado. Os procedimentos de investigação contam com o acompanhamento de equipes da Perícia Criminal, da Polícia Civil e da Polícia Judiciária Militar, que ficam responsáveis por apurar todos os detalhes do ocorrício.

.