Homem apontado como integrante de facção morre após troca de tiros com a PM na Capital, família contesta versão da polícia

0

Segundo informações do Batalhão de Choque, o homem era natural do Acre e residia em Mato Grosso do Sul há aproximadamente um ano. A polícia aponta que a mudança de estado estaria ligada a uma guerra entre facções criminosas, na qual Mancha estaria atuando em disputas de território. Os militares informaram ainda que ele possuía uma extensa ficha criminal, com registros de ameaças contra agentes públicos e penais. Durante a vistoria no imóvel, foram localizados pés de maconha plantados no quintal.

Por outro lado, o clima no local foi de forte tensão e revolta entre familiares e vizinhos. Em entrevista à reportagem, a irmã de Douglas negou o envolvimento dele com o crime, afirmando que o irmão trabalhava como pedreiro. Segundo o relato da família, ele estaria calçando as botas para sair ao trabalho quando os policiais chegaram efetuando os disparos.

A situação chegou a sair do controle quando populares tentaram impedir a entrada da perícia na residência, bloqueando o acesso em protesto. A área precisou ser isolada para que a Polícia Civil e a perícia técnica pudessem concluir os levantamentos de campo. O caso segue sob investigação das autoridades competentes para esclarecer a dinâmica do confronto.

Confronto com o Batalhão de Choque termina em morte no bairro Centro-Oeste Homem apontado como integrante de facção morre após troca de tiros com a PM na Capital Família contesta versão da polícia após morte de trabalhador em ação do Choque Tensão e protesto marcam perícia de morte em confronto na Rua do Patrocínio

.