Crueldade: homem é espancado e queimado vivo em barranco na Vila Nhanhá

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Um cenário de extrema violência e horror chocou os moradores da Vila Nhanhá na manhã desta sexta-feira (3). O corpo de um homem, preliminarmente identificado pelo apelido de “Baixinho”, foi encontrado completamente carbonizado em um barranco às margens do Rio Anhanduí, bem em frente ao Ginásio Guanandizão. As investigações da Polícia Civil apontam para um crime bárbaro: a vítima foi agredida e queimada viva.

O caso, que inicialmente parecia um incêndio acidental em um barraco improvisado de lona, ganhou contornos de pura crueldade após a chegada da perícia técnica. Os peritos criminais localizaram diversas manchas de sangue fresco próximas ao local, o que comprova que o homem foi violentamente espancado e arrastado até o barranco antes de as chamas começarem. Para garantir a destruição das provas e o sofrimento da vítima, o assassino jogou um colchão por cima do corpo e ateou fogo.

Moradores da região relataram que as chamas começaram por volta das 20h de quinta-feira. Como a temperatura na capital marcava 16°C, muitos pensaram que se tratava de uma fogueira para aquecimento ou queima de lixo, algo comum na área. O fogo consumiu um raio de cinco metros de vegetação. Somente ao amanhecer, populares se aproximaram do local destruído e se depararam com a cena macabra do cadáver totalmente carbonizado em meio às cinzas do colchão.

A Polícia Civil já registrou o caso como homicídio qualificado por meio cruel. Policiais do setor de investigação recolheram imagens de câmeras de segurança de comércios e residências próximas para mapear quem entrou e saiu do barranco durante a noite. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exames de DNA e arcada dentária, que darão a identificação científica da vítima, enquanto as equipes buscam capturar os responsáveis por essa execução brutal.

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