A janela partidária redesenhou o mapa político da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, consolidando novas forças e rearranjando blocos com impacto direto nas articulações para o restante da legislatura.
O principal destaque é o avanço do PL, que passa a ter a maior bancada da Casa, com sete deputados: Coronel Davi, Neno Razuk, Mara Caseiro, Zé Teixeira, Paulo Corrêa, Lucas de Lima e Marcio Fernandes. O crescimento do partido reforça seu peso nas decisões estratégicas e amplia o poder de negociação em votações relevantes.
Na sequência, PSDB e Republicanos aparecem empatados como segunda maior força, com quatro parlamentares cada. Pelo PSDB, integram a bancada Lia Nogueira, Pedro Caravina, Paulo Duarte e Jamilson Name. Já o Republicanos conta com Antônio Vaz, Renato Câmara, Roberto Hashioka e Pedro Pedrossian, mantendo presença consistente no plenário.
O PT se mantém com três cadeiras, ocupadas por Gleice Jane, Pedro Kemp e Zeca do PT, garantindo ao partido um núcleo coeso de oposição em temas centrais.
Com dois representantes, o PP segue com Gerson Claro e Londres Machado, preservando espaço nas articulações políticas da Casa.
Outros cinco partidos têm representação individual: União Brasil, com Rinaldo Modesto; MDB, com Junior Mochi; Avante, com Lídio Lopes; e Novo, com João Henrique Catan.
O novo desenho evidencia uma fragmentação moderada, mas com clara liderança do PL, cenário que tende a influenciar diretamente a formação de blocos, a distribuição de comissões e o andamento de pautas prioritárias no Legislativo estadual.