📞 Ligação proibida
Desde segunda-feira (15), os telefones fixos da Prefeitura de Campo Grande não podem mais ser usados para chamadas a celulares. A determinação, feita pela Agetec e pela Semadi em ofício no início do mês, pegou os servidores de surpresa e já causa reclamações nos corredores.
🍲 Licitação “azedou” –
O Tribunal de Contas suspendeu o certame de R$ 94 milhões da Agepen para fornecimento de alimentos aos presos. O TCE-MS apontou falhas na pesquisa de mercado, análise de riscos e critérios que poderiam restringir a concorrência. Só volta a andar depois de correções.
🛡️ PEC da Blindagem na berlinda –
Aprovada pela Câmara, a proposta foi detonada por deputados estaduais sul-mato-grossenses. Júnior Mochi (MDB), Pedro Kemp (PT) e Gleice Jane (PT) classificaram a decisão como “absurda” e apostam que o Senado derrube a medida.
🌾 Agraer sob nova direção –
O comando da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural deve sair das mãos do PT e passar para indicação da senadora Tereza Cristina (PP). O nome mais cotado é o do engenheiro agrimensor Humberto César Mota Maciel, servidor de carreira e ex-superintendente regional do Incra.
✈️ Prefeito viajante –
Munir Sadeq Ramunieh (PSDB), de Ladário, já esteve fora da cidade 46 dias em apenas nove meses de gestão. Foram 14 viagens a Campo Grande e uma a Brasília, somando R$ 42,2 mil em diárias, cerca de R$ 4,6 mil por mês. A população cobra explicações, mas o prefeito não respondeu aos questionamentos da reportagem.
🏛️ MDB em campo –
André Puccinelli volta à linha de frente e lidera a tentativa do MDB de eleger quatro deputados estaduais em 2026. Além dele, nomes como Eduardo Rocha, Akira Otsubo, Márcio Fernandes, Júnior Mochi e Renato Câmara compõem a chapa. A ideia é recuperar protagonismo na Assembleia, mesmo sem apoio preferencial do grupo governista.
📅 PEC da posse –
Tramita na Assembleia Legislativa proposta para mudar a data de posse do governador e vice de MS para 6 de janeiro, em alinhamento com a Constituição Federal. A autoria é de Zé Teixeira (PSDB) com apoio de parlamentares de diferentes partidos. A regra já valerá para os eleitos em 2026.