A Rota Bioceânica está deixando de ser um sonho no papel para virar realidade, mudando de vez o patamar de Mato Grosso do Sul no comércio com o mundo. O grande símbolo desse avanço é a ponte entre Porto Murtinho e o Paraguai, que já entrou na reta final e mostra que o estado está pronto para ser o coração logístico da América do Sul.
Para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gerson Claro, essa obra coloca o nosso estado no centro de uma nova era. O corredor rodoviário vai ligar o Centro-Oeste brasileiro aos portos do Oceano Pacífico, atravessando Paraguai, Argentina e Chile. Na prática, isso cria um “atalho” estratégico, fugindo da dependência dos portos do Atlântico e encurtando o caminho para o mercado asiático.
O reflexo no bolso e na economia é direto: menos tempo na estrada significa frete mais barato. Com isso, produtos que são o forte da nossa terra, como a carne, a soja e a celulose, ganham muito mais competitividade lá fora. Da mesma forma, as importações ficam mais ágeis e baratas, o que ajuda a baixar custos na indústria e no agronegócio. Além da pista nova, o projeto também prevê menos burocracia nas fronteiras, fazendo com que as mercadorias circulem sem tantas travas.
Gerson Claro destaca que a Assembleia Legislativa está de olho em cada etapa dessa transformação. Segundo ele, não basta apenas estar no mapa; é preciso preparar a casa com infraestrutura de qualidade e integrar o setor público e o privado para que esse movimento todo gere emprego e renda para a nossa gente. Com a ponte quase pronta, Mato Grosso do Sul se firma como o elo que faltava para unir o Brasil aos mercados mais importantes do planeta.