Operação da Policia Federal contra abuso infantil faz buscas em 4 cidades de MS

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A Polícia Federal colocou nas ruas, nesta terça-feira (28), uma megaoperação para combater crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes em todo o país. A ação faz parte da Operação Nacional Proteção Integral IV e ocorre ao mesmo tempo em vários estados.

Em Mato Grosso do Sul, a operação da Polícia Federal também teve desdobramentos em várias cidades. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Corumbá, dois em Naviraí, um em Anastácio e um em Ribas do Rio Pardo.

A ação faz parte de uma mobilização nacional de grande porte. Ao todo, mais de 500 policiais federais participam da operação, com apoio de cerca de 240 policiais civis de diversos estados, incluindo Mato Grosso do Sul, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins.

A ofensiva tem como foco identificar e combater crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes, principalmente aqueles praticados pela internet.

Ao todo, estão sendo cumpridos 159 mandados de busca e apreensão e 16 de prisão preventiva. Mais de 500 policiais federais participam da operação, com apoio de cerca de 240 policiais civis de diferentes estados.

A ofensiva não acontece só no Brasil. A ação faz parte de uma operação internacional, realizada de forma simultânea em 15 países, como Argentina, Espanha, México e França. O objetivo é identificar e prender pessoas envolvidas em crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes, principalmente na internet.

Segundo a Polícia Federal, a ideia é unir forças dentro e fora do país para combater esse tipo de crime, que muitas vezes ultrapassa fronteiras. A operação também reforça as ações do Maio Laranja, campanha de combate à exploração sexual infantil.

Só em 2026, a PF já cumpriu cerca de 450 mandados de prisão contra foragidos por crimes sexuais.

A polícia também faz um alerta importante: pais e responsáveis precisam ficar de olho no que crianças e adolescentes acessam na internet. A orientação é manter diálogo aberto e incentivar que qualquer situação suspeita seja comunicada.

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