Conforme a polícia, o grupo se reuniu para se vingar de uma briga ocorrida um dia antes, quando Luan teria se desentendido com um homem identificado como Augusto, amigo de Rafael, que ficou ferido e precisou ser internado na Santa Casa. Em represália, Rafael teria convocado os demais para “acertar as contas” com a vítima.
O encontro foi marcado por meio de mensagens de WhatsApp. O grupo foi ao local em um Volkswagen Taos cinza, conduzido por Marcos. No momento do crime, Vinícius desceu do carro para conversar com Luan, mas após uma breve discussão, voltou ao veículo e, de dentro dele, efetuou três disparos de revólver calibre .32, atingindo o jovem na cabeça e no tórax.
Após o homicídio, os autores fugiram. A Polícia Militar, por meio do Batalhão de Choque, iniciou as buscas e conseguiu identificar os suspeitos a partir de denúncias anônimas.
Rafael foi localizado em casa, onde confessou o crime e indicou o paradeiro dos comparsas. Na sequência, os policiais encontraram Marcos e o veículo usado na execução. Outro grupo seguiu até a residência de Matteo, onde estavam também Eduardo, Vinícius e Geovany. No local, Matteo entregou voluntariamente o revólver calibre .32, que estava escondido em uma cômoda.
Todos foram encaminhados à Depac Cepol (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde foram autuados por homicídio qualificado por emboscada e dissimulação. Além da arma usada no crime, a polícia apreendeu 31,5 gramas de maconha, uma faca, o celular da vítima e o carro utilizado na execução.
A perícia esteve no local e constatou o óbito. O corpo de Luan foi recolhido pela funerária sob acompanhamento do delegado plantonista.