Apesar de promessa da prefeitura, famílias enfrentam dificuldades para obter fraldas, medicamentos e alimentação especial

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Mães de crianças com deficiência em Campo Grande denunciam falta de insumos e medicamentos essenciais

Campo Grande (MS) – A luta por direitos básicos de crianças com deficiência em Campo Grande continua. Mães de crianças com baixa mobilidade denunciam a falta de insumos essenciais, como fraldas, medicamentos e alimentação especial, mesmo após a Prefeitura Municipal afirmar ter resolvido a questão em outubro de 2024.

A situação, que se arrasta há meses, causa grande sofrimento às famílias e coloca em risco a saúde das crianças. Joelma Belo, mãe de Maria Valentina, que possui a síndrome de Cornélia de Lange, relata que a filha, que necessita de alimentação por sonda, está sem algumas medicações e com falta de fraldas. “É como se nossos filhos fossem tratados como animais”, desabafa a mãe.

Thais Alves Lopes, mãe de Emilly, também enfrenta dificuldades para obter fraldas para sua filha. A falta desses itens básicos gera grande preocupação nas famílias, que precisam lidar com a burocracia e a falta de respostas da prefeitura.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) negou a falta de insumos e medicamentos, atribuindo os atrasos a falhas na entrega por parte dos fornecedores. No entanto, as mães afirmam que a situação persiste e que a falta desses itens impacta diretamente na qualidade de vida de seus filhos.

A luta por direitos

As famílias das crianças com deficiência buscam seus direitos na Justiça e cobram da prefeitura uma solução definitiva para o problema. A falta de acesso a insumos básicos viola o direito à saúde e à vida dessas crianças.

A reportagem do [Nome do Jornal] entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde para solicitar mais informações sobre as medidas que estão sendo tomadas para solucionar o problema, mas até o momento não obteve retorno.

É fundamental que as autoridades competentes tomem medidas urgentes para garantir o fornecimento de todos os insumos necessários para o tratamento dessas crianças. A falta desses itens coloca em risco a saúde e o bem-estar de crianças com necessidades especiais.

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