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“Atacantes deviam sentir vergonha por um jogador de 35 anos ser artilheiro”

Renato Gaúcho afirmou, em entrevista, que sente saudade do futebol, apesar das mágoas que leva do mundo da bola e do Brasil

Fora dos gramados desde abril de 2014, quando foi demitido do Fluminense, Renato Gaúcho afirmou, em entrevista, que sente saudade do futebol, apesar das mágoas que leva do mundo da bola e do Brasil.

“Eu tinha sido vice-campeão brasileiro no Grêmio e não fiquei lá porque não quis. Quando cheguei no Fluminense, alguns jogadores estavam voltando de contusão, como Bruno, Carlinhos, Diguinho, Valencia, Fred… Levei o Filé (fisioterapeuta) para o Fluminense e botei os caras para jogar. Aos poucos, a coisa começou a engrenar, mas o presidente (Peter Siemsen) me mandou embora por causa de uma briga dele que não era minha”, afirmou Renato.

Segundo informações do Extra, Renato diz que não voltaria a trabalhar pelo dinheiro, pois construiu um patrimônio que lhe garante um bom padrão de vida mesmo no desemprego, mas por amor ao esporte.

Questionado sobre o nível do futebol brasileiro, Renato Gaúcho foi incisivo ao dizer que os atacantes do país deveriam ter vergonha por ser superado por um veterano, Ricardo Oliveira, de 35 anos, na artilharia do campeonato.

“Os atacantes do futebol brasileiro deviam sentir vergonha por um jogador de 35 anos ter sido o artilheiro do campeonato. Acho o Ricardo Oliveira um baita jogador, mas os mais jovens não podem perder para um cara de trinta e tantos anos. Fiquei dez anos na seleção brasileira. E havia cinco craques por posição. Hoje em dia, a gente tem o Neymar como melhor jogador… Uma seleção não pode depender de um jogador apenas. Nenhuma seleção do mundo pode depender de um jogador”, concluiu o ex-treinador do Fluminense.

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